Profissionalismo no Fluminense começa pela base

Fonte: Gazeta MS Silva Junior


O investimento de um clube do porte do Fluminense nas categorias de base resulta em uma combinação bastante apreciada pela classe empresarial: custo/beneficio, a exemplo de outros.

Partindo desse princípio, o caminho para se chegar as Laranjeiras e daí para o mundo tem um percurso de 40 quilômetros do centro do Rio. Fica localizado numa área belíssima em Xerém distrito de Duque de Caxias, denominado de Centro de Treinamentos Vale das Laranjeiras, às margens da Rodovia Washington Luiz.

Nesse local o clube avalia garotos de várias partes do País. Aquele com potencial são aprovados e dão início a carreira de atleta profissional no futebol. As avaliações são realizadas por profissionais capacitados nas áreas afins, sempre e principalmente num cuidado especial com a formação cidadã de cada indivíduo.

Pessoal

As equipes das divisões de base do Fluminense contam com mais de 400 atletas com idades que variam de nove anos na categoria pré-mim até vinte anos na categoria júnior. Ao todo são cinco equipes comandadas por comissões técnicas distintas e apoiadas por profissionais de varias áreas realizando um trabalho multidisciplinado na formação de atletas.

As cinco comissões técnicas contam com treinadores, preparadores físicos, treinadores de goleiros e auxiliares técnicos, além de massagista e roupeiro.

Em apoio direto ao trabalho destas comissões técnicas existem médicos, fisioterapeutas, psicólogo, nutricionista, assistência social, supervisores e coordenadores. Com apoio indireto estão profissionais de cozinha, carpintaria, serviços gerais, lavanderia, limpeza, obras e segurança.

Os profissionais se dividem basicamente em três grupos: 1 – A equipe de coordenação e os profissionais de apoio ao trabalho, composta, por gerente, coordenadores, supervisores, observadores, médicos, psicólogo, assistencia social, nutricionista, fisioterapeutas e fisiologista;

2 – As comissões técnicas de cada categoria composta por treinador, assistente, preparador físico, auxiliar, treinador de goleiros, estagiário, massagista e roupeiro;

3 – A administração do CTVL composta por administrador, chefe operacional, auxiliares de escritório, telefonista, motorista, bombeiro, carpinteiro, cozinheiros, ajudantes, vigias, operadores e auxiliares de serviços gerais. A equipe tem olhos centrados na adaptação e no crescimento dos garotos, mesmo entendendo que nem todos conseguirão êxito no competitivo mercado futebolístico.

O caminho para se chegar ao topo da profissão requer mais do que entrega e renúncia, exige, sobretudo atitude no dia a dia. Esforço nos treinos e renúncia às badalações são meio caminho andado para alcançar o topo.

O douradense Gabriel Silva nas fileiras do Flu

A filosofia de trabalho no Flu implantada nas categorias pré-mirim, mirim, infantil, juvenil e juniores, embasa o crescimento esportivo, social e intelectual de seus atletas.

MS

A maioria dos estados brasileiros conta com atleta no CTVL. O MS está representado, dentre outros, por Gabriel Estigarribia e Silva. O douradense faz parte do elenco infantil tricolor desde quando foi descoberto pelo coordenador-técnico Rafael Porto durante as disputas finais do Estadual Sub-14 na cidade de Corumbá, em novembro passado.

A qualidade técnica do zagueiro de 1.86 (um metro e oitenta e seis de altura) chamaram atenção do professor, que no mês seguinte o convidou para um período de adaptação em Xerém. (Com informações do site oficial do clube)


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As equipes das divisões de base do Fluminense contam com mais de 400 atletas