Silva Junior *
Parabenizo os torcedores que estão dando um verdadeiro show nas arquibancadas liberadas do Estádio Frédis Saldivar, o Douradão, nas noites de sábados, quando dos compromissos do Sete de Setembro, na Série A, do Campeonato Sul-mato-grossense de Futebol. É bonito ver tanta gente reunida.
No entanto, me causa repulsa ao observar crianças com os olhos estatalados, grudadas nos pais trêmulos e em pânico por conta dos estrondos de bombas que são lançadas no fosso e quando explodem deixam os tímpanos em situação polvorosa. Nos jogos que estive no Douradão contra o Itaporã, Navirai e o Ponta Porã, o fato se repetiu. Não deixe as bombas afugentar gente daqui ou de fora da praça esportiva.
Não que seja contra a manifestação dos torcedores, principalmente das organizadas, mas nem todos apóiam esse tipo de procedimento. Eu mesmo abomino. Sou totalmente contra qualquer tipo de rojão, traque, bomba, ou coisa parecida, seja lá o que for. Porém, particularmente não me incomodo. Só que seria de bom grado se todos pudessem ir para as arquibancadas munidos unicamente de armas como gritos, palmas, assovios e outras, que não trouxessem ou causassem algum tipo de instabilidade na massa.
O povo é ordeiro e tenho certeza que algo plausível neste quesito não irá se repetir nesta, bem como nas próximas rodadas. Não perder o foco do bom momento vivido pelo Sete ao longo do torneio, aliás, pela primeira vez no topo da tabela, algo até bem pouco tempo inimaginável. Na vida, em quaisquer circunstâncias, é necessário agir com cautela, prudência e acima de tudo persistência.
Levar torcedor ao campo de jogo não algo fácil como muitos imaginam. Afinar um elenco para produzir alegrias é muito difícil. Então fazer esta observação no sentido de melhorar a qualidade do espetáculo, não é pedir nada de extraordinário e certamente muita gente vai agradecer. Esporte assim como política não pode ter outro comportamento a não ser ciscar para dentro, ou seja, quanto mais, melhor.
E o momento apresenta-se propício para fisgar os futuros torcedores, pois o número de crianças e adolescentes na principal praça esportiva do segundo município do Estado tem sido impressionante, além da massa feminina, outro aspecto altamente positivo em se tratando de quantitativo. Então nada de bomba. Nada de utilizar subterfúgios para afugentar o torcedor.
Numa partida de futebol, o que se espera é a qualidade nas jogadas produzidas pelos vinte e dois jogadores em campo. Até porque, praticar futebol é uma arte, o profissional que executa e vive dessa tarefa tem que se sentir um artista. Da mesma forma espera-se o mesmo comportamento nas arquibancadas. Se for possível, desde esta próxima rodada, esta prática seja banida definitivamente em Dourados.
A esperança é de que haja amadurecimento de parte dos espectadores antes de alguém dizer que foi vitima e o estádio seja novamente interditado. Depois de tanto esforço empreendido pelas nossas autoridades, não se pode nem em sonho cerrar novamente os portões de um dos principais cartões postais da Cidade Modelo. O momento requer olhar sempre para frente, abrindo definitivamente as torneiras desse gigante para abrigar grandes espetáculos.
E olha que o calendário para o ano em curso é farto. Além do Estadual Série A, tem uma promoção marcante no próximo dia dezenove, quando o master do Flamengo com Zico e Cia pisa no gramado solido do Douradão, e mais: América e Flamengo em junho pelo brasileirão é mais uma aposta do governo municipal. Jornalista *
é falam que a mafia não solta bomba, mas eu já vi eles soltarem até foguetes dentro do estadio, as duas torcidas já vi levar bomba agora tem umas que tão tirando o time de campo.
Concordo com o jornalista Silva Junior, ao mesmo tempo que as bombas animavam alguns, assustavam outros. Por isso a Pavilhão 7 parou com qualquer tipo de bomba desde o jogo contra o Corumbaense, agora contra o águia preparamos algo bonito para ser mostrado nas arquibancadas e, claro, nossa principal arma; O grito! Boa matéria! abraço
mano que mania de perseguição pro pavilhão 7, deusulivre...
As bombas tacadas hoje em dia diminuiram e podem ser facilmente vista sendo tadacas pela criancada que fica bem no meio naquela ala especial para deficientes, não tem organizada tacando as bombas, o que as organizadas podem fazer é tentar orientar a mulecada a não tacar mais nada lá
É dificil controlar mas os unicos que tem meios pra fazer eh as proprias organizadas q ficam ao proximo a grade.
Generalizar é a mais eficiente forma de se cometer um erro!! A TMI não joga bombas e repudia este ato.
MÁFIA INDEPENDENTE - FIRME E FORTE DESDE 2006
amigo concordo com vc em partes. desde o começo do ano a TMI vem usanso sim artificios nao explosivos exemplo sinalizadores, fumaça colorida, sepertina e foguetinhos . nenhum destes causam explosão apenas efeito visual. então acho que envez de usar a palavra AS ORGANIZADAS deve citar o nome da organizada já que quando é pra elogia vcs andam dando moral só pros caras esquecendo do pessoal da TMI que ja esta a 5 anos ai . sabado estaremos la mais uma vez distribuindo bexigas as crianças assim como fizemos em itaporã e daremos mais um show na arquibancada com nossa tradicional show pirotecnico. NÃO USAMOS EXPLOSIVOS E SIM POVORAS COLORIDAS E LUMINOSAS. PIROTECNIA NÃO É CRIMA E NÃO POE A VIDA DE NINGUEM EM RISCO. trabalhamos a semana toda nisso e tudo e planejado. abraços aos amigos da gazeta que estão sempre nos apoiando.