Oficinas de extensão do recém-ingresso 2022 preparam calouros da UNIGRAN para o ano letivo

Foram mais de 30 cursos de extensão para os novos acadêmicos da Instituição

| ASSESSORIA


O programa Recém-ingresso acontece sempre no 1º semestre letivo. Divulgação

Neste sábado, 9, foi realizado a última oficina do Recém-ingresso 2022. O projeto, que acontece desde 2005, visa recepcionar e apresentar a UNIGRAN aos novos acadêmicos, além de colocá-los a par de alguns conhecimentos fundamentais, tanto para o seu futuro profissional quanto para essa trajetória que iniciam.

O projeto começou no dia 9 de março, com a palestra ‘Vida Universitária’, ministrada pelo professor Valdir Pereira, e durante aos sábados e alguns dias das semanas, os calouros puderam participar de mais de 30 cursos de extensão, com temas desde coleta de processamento de amostra sanguínea até técnicas de criação, produção e bem-estar animal.

A professora Milena Menezes Corrêa Pederiva, do curso de Biomedicina da UNIGRAN, foi uma das ministrantes das oficinas do Recém-ingresso. Ela apontou que recebeu diversas respostas positivas sobre os cursos ofertados.

“Os alunos disseram que amaram realizar a prática de coleta. A oficina foi 80% prática e 20% teórica. A teoria foi apenas o embasamento para que eles pudessem realizar a prática, como escolha dos tubos, tipos de exames, quais agulhas e seringas utilizarem, etc”, comentou a professora.

Ela ainda exaltou o projeto, afirmando sobre a importância dos acadêmicos terem o primeiro contato com certas práticas ainda no início da graduação. “Faz toda diferença esse primeiro contato ambulatorial com os calouros, pois dessa forma conseguimos mostrar a eles a prática ambulatorial do biomédico de algo tão realizado e tão comum”, ressaltou.

Ana Elisa Gonçalves de Souza foi uma das calouras que se inscreveu para a prática com a professora Milena. Ela entrou este ano no curso de Biomedicina e disse que escolheu a graduação por se identificar com a área da saúde.

A inscrição na oficina se deu pelo conhecimento. “Participei do recém-ingresso para adquirir conhecimento e praticidade, tive uma ótima experiência”, relatou. “Participei da oficina de coleta de processamento de amostra sanguínea. Aprendi a utilizar alguns equipamentos de laboratório, as técnicas para coleta de sangue, a utilização correta dos tubos de ensaio e a finalidade de cada um, algumas operações de pós-coleta e a função dos laboratórios de patologia clínica”, completou.

O calouro de Medicina Veterinária, Vitor Emanuel dos Santos Freitas, participou do curso ‘Técnicas de criação, produção e bem-estar animal’. Se adaptando à graduação, ele confessou que a oficina foi muito boa e conseguiu adquirir mais conhecimento, mesmo no início de sua formação. “A oficina despertou em mim, um interesse maior ainda pelo curso”, confirmou.



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